
Foi com “casa cheia” que Alberto Costa apresentou no dia 29 de setembro, na Quinta de Fora da Escola Profissional Agrícola Conde de São Bento, a moção com que se recandidata à liderança da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Santo Tirso, intitulada “Juntos Continuamos Lado a Lado”.
Depois das sessões dirigidas a militantes e simpatizantes, para recolher contributos com vista à elaboração da moção, o recandidato à Comissão Política Concelhia deu a conhecer os compromissos que quer executar no mandato 2022-2024, caso vença as eleições marcadas para dia 8 de outubro.
Antes de apresentar a moção, Alberto Costa justificou a decisão de voltar a candidatar-se com duas principais razões.
A primeira porque não conseguiu levar por diante todo o programa que apresentara em 2020, em virtude de o mandato ter sido marcado pela pandemia, o que condicionou a atividade partidária, principalmente em matéria da realização de eventos/iniciativas. “Gosto sempre de cumprir aquilo que assumo e, por circunstâncias excecionais, não foi possível realizar tudo o que apresentei aos militantes”, assumiu, com humildade, o também presidente da Câmara Municipal.
A segunda porque, pese embora a pandemia, os principais objetivos políticos foram cumpridos e mesmo ultrapassados, com destaque para a eleição direta de Sofia Andrade como deputada à Assembleia da República e para a vitória nas Eleições Autárquicas de 2021, bem como para o reforço da representatividade do PS/Santo Tirso nos órgãos internos do partido, a nível nacional e distrital.
“Desse ponto de vista”, sublinhou Alberto Costa, durante a apresentação da moção, “se tivesse que classificar o mandato, não teria dúvidas em classificá-lo como altamente positivo, apesar de todos os constrangimentos por que passámos nos dois últimos anos”.
Quanto à moção que ontem tornou pública aos militantes e simpatizantes, o recandidato à Comissão Política Concelhia deixou claro que “não se tratava de um plano de atividades para os próximos dois anos, mas antes de um documento de orientação estratégica”, razão pela qual não tinha incluídos alguns contributos dados ao longo das sessões de auscultação aos militantes e simpatizantes.
Alberto Costa dividiu, por isso, a moção em três grandes eixos: 1) Razões da Candidatura; 2) Ação Política e 3) Considerações Finais.
Depois de explicar as razões da candidatura, focou-se mais detalhadamente na Ação Política, que compreende três subcapítulos: Militância Participativa, Consolidar o PS/Santo Tirso e Projetar 2025.
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