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Elsa Mota apresentou recandidatura à Junta de Rebordões


Com o salão da sede campanha completamente lotado, de tal forma que muita gente não conseguiu entrar, a sessão de apresentação da recandidatura de Elsa Mota à presidência da Junta de Rebordões, na noite de sexta-feira, 21 de julho, transformou-se num momento especial e inesquecível para a autarca, marcando “o início de um combate pelos superiores interesses do povo”.

Joaquim Couto, que se candidata a um segundo mandato consecutivo na presidência da Câmara Municipal de Santo Tirso, estava visivelmente entusiasmado com a mobilização popular no apoio à recandidatura de Elsa Mota na liderança da Junta de Freguesia de Rebordões. “Estamos a iniciar uma caminhada rumo a uma vitória maior ainda do que em 2013, com o apoio da população de Rebordões”, disse.
“A minha recandidatura não é movida por interesses ou orgulhos pessoais. É uma candidatura por Rebordões e com Rebordões e por todos os rebordoenses”, explicou Elsa Mota, assumindo o compromisso de continuar a desenvolver a qualidade de vida da população, com “o contributo da Câmara Municipal, liderada por Joaquim Couto”.
A forte presença da população no apoio a Elsa Mota significa o reconhecimento pelos dois mandatos de trabalho na liderança da Junta de Freguesia. “Trabalharei, trabalho e trabalharei para o sucesso de Rebordões de uma forma honesta e determinada”, afirmou Elsa Mota, manifestando-se “convicta” de que será reeleita nas eleições de outubro, assim como “o presidente da Câmara e o presidente da Assembleia Municipal”.
Para o próximo mandato, Elsa Mota elegeu como prioridades o investimento na rede viária e “um espaço de lazer digno”, através da requalificação do parque do Rosal, que Joaquim Couto garantiu para o próximo mandato. “É um grande sonho da freguesia”, afirmou Elsa Mota, adiantando que “Santo Tirso e Redordões estão em boas mãos e vão continuar em boas mãos”.
“O trabalho de proximidade e diálogo que fazemos na Câmara Municipal, dando prioridade às famílias, é idêntico ao trabalho que a Elsa faz na freguesia de Rebordões”, comparou Joaquim Couto, elogiando a capacidade de fazer da autarca de Rebordões: “A Elsa faz uma gestão discreta, mas eficaz. Ela não quer protagonismos, mas resolve os problemas das pessoas.”
E não obstante o cuidado com os problemas das pessoas, a Câmara de Santo Tirso mostra credenciais ao nível da gestão, como destacou Joaquim Couto: “Pela primeira vez desde o 25 de abril, a Câmara Municipal de Santo Tirso obteve uma execução orçamental acima dos 85 por cento. Isso nunca tinha sido conseguido. Isso implica muito rigor, muita disciplina e uma consciência de que só podemos gastar aquilo que temos.”
Na sua intervenção, Joaquim Couto explicou à população as prioridades da actividade da Câmara Municipal entre 2013 e 2017 – um trabalho assente nas políticas sociais e no apoio ao investimento e à criação de emprego – e revelou o que pretende fazer no concelho nos próximos quatro anos, destacando-se um aprofundamento do trabalho realizado um investimento em alguns setores importantes, como a rede viária e a mobilidade, o turismo, o ambiente e a melhoria na prestação de serviços municipais.
Como tem acontecido em quase todas as freguesias, Joaquim Couto também não deixou de alfinetar as contradições e o desconhecimento sobre os dossiês da candidatura adversária do PSD, procurando, deste modo, explicar por que é que “Santo Tirso está em boas mãos” em função de um trabalho municipal do PS que não pode ser interrompido.

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