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Festival Cidnay Vale do Ave de regresso com programação internacional

Setembro, 09-2026

FESTIVAL ARRANCA AMANHàEM VÁRIOS ESPAÇOS DO CONCELHO

Santo Tirso volta a ser palco do Festival Cidnay Vale do Ave, que arranca amanhã e decorre até 26 de setembro, regressando para a sua sexta edição com uma programação dedicada à música clássica e à criação artística contemporânea. Concertos, masterclasses e iniciativas de mediação cultural vão ocupar vários espaços emblemáticos do concelho, reunindo artistas de renome internacional e jovens talentos. 

Promovido pela FAMART – Plataforma Artística, com o apoio dos Municípios de Santo Tirso, Vila Nova de Famalicão e, pela primeira vez, da Trofa, o festival afirma-se como uma referência na promoção da música erudita, reunindo artistas de renome internacional, jovens talentos e diferentes públicos, numa programação que cruza excelência artística, formação e aproximação da cultura à comunidade.

Ao longo de mais de duas semanas, Santo Tirso acolhe dezenas de iniciativas em locais como o Mosteiro de São Bento, o Mosteiro de Vilarinho, o Museu Internacional de Escultura Contemporânea, o Santuário de Nossa Senhora da Assunção e a Fábrica de Santo Thyrso, entre vários outros.

A programação em Santo Tirso tem início a 10 de setembro, com o concerto da violetista chinesa WentingKang e do acordeonista português João Barradas, na Escola Profissional Agrícola Conde de São Bento. Nesse mesmo dia arrancam também, no Centro de Arte Alberto Carneiro, as masterclasses de acordeão orientadas por João Barradas, que decorrem até 12 de setembro, bem como oficinas musicais dirigidas a crianças, seniores e famílias.

No dia 12 de setembro, o Centro de Arte Alberto Carneiro recebe o concerto Jovens Talentos – Acordeão, de entrada gratuita, enquanto, já durante a noite, o Museu Internacional de Escultura Contemporânea acolhe “November”, uma criação do pianista norte-americano Shane van Neerden, apresentada num formato imersivo e de longa duração.

A 13 de setembro, o festival prossegue com o recital do conceituado violetista britânico Timothy Ridout, na Igreja Matriz do Mosteiro de São Bento, seguindo-se, à noite, a primeira Soirée Musical, no Hotel Cidnay.

A vertente formativa continua entre 13 e 15 de setembro, com as masterclasses de percussão orientadas por Agostinho Sequeira, culminando no concerto Jovens Talentos (Percussão), a 15 de setembro, no Auditório Padre António Vieira.

A programação regressa a 18 de setembro com um concerto do Trio Dor e Lucie Horsch, no Mosteiro de Vilarinho, seguindo-se, na madrugada de 19 de setembro, um dos momentos mais singulares desta edição: “Acordar”, concerto ao nascer do sol protagonizado pela flautista neerlandesa Lucie Horsch, no Santuário de Nossa Senhora da Assunção.

Entre 21 e 23 de setembro, o Centro de Arte Alberto Carneiro acolhe as masterclasses de violoncelo e contrabaixo, orientadas por Torleif Thedéen e Nuno Osório, terminando com o concerto Jovens Talentos (Violoncelo e Contrabaixo), no dia 23. Paralelamente, o Parque Urbano Sara Moreira recebe visitas dançadas dirigidas ao público escolar, integrando a componente de mediação cultural do festival.

Nos dias 22 e 24 de setembro, o Hotel Cidnay volta a receber as Soirées Musicais, encontros que aproximam artistas e público num ambiente intimista. 

O festival encerra em Santo Tirso a 26 de setembro, na Fábrica de Santo Thyrso, com a estreia absoluta da Orquestra Festival do Vale do Ave, novo agrupamento constituído por músicos provenientes de algumas das mais prestigiadas orquestras internacionais, num concerto que assinala um dos momentos mais marcantes desta sexta edição.

Sob o tema “Futuro: Tempo Presente”, a edição de 2026 convida à reflexão artística e simbólica sobre os desafios, possibilidades e responsabilidades da criação contemporânea, articulando memória, presente e amanhã.

O Festival Cidnay Vale do Ave conta, nesta edição, com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, António José Seguro, reconhecimento que sublinha a relevância cultural e artística do projeto e o seu contributo para a valorização do território, da criação artística e da democratização do acesso à cultura. 

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