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Emoções ao rubro no último dia do Campo de Trabalho da Associação Mimi

Chegou ao fim, esta terça-feira, 16 de Julho o primeiro Campo de Trabalho da Associação Mimi. Foi um dia bastante preenchido, que começou com avaliações e terminou com as emoções a tomaram conta de alguns dos intervenientes. Pelo meio ainda foi realizada uma caminhada à Nascente do Rio Leça da parte da manhã. Da parte da tarde a Associação recebeu alguns dos seus parceiros nesta iniciativa, projetou um vídeo dos melhores momentos e ainda convidou os presentes a escreverem o seu sonho e a lança.lo num balão.

A tarde terminou com um jogo tradicional da Rússia e as despedidas com algumas lágrimas à mistura, principalmente por parte dos responsáveis por esta instituição cordovense.

À oito dias atrás, a Associação Mimi acolheu 11 jovens vindos de nove países, México (2), Rússia (2), Azerbaijão, Dinamarca, Turquia, Alemanha, Hong Kong, Taiwan e Coreia do Sul. Estes jovens tiveram a oportunidade de conhecer locais emblemáticos, tais como, o Castro e Centro Interpretativo do Monte Padrão, Nascente do Rio Leça, Santuário de Nossa Senhora da Assunção, Carvalhal de Valinhas, Quedas da Fervença, Parque Ribeiro do Matadouro, Museu Municipal Abade Pedrosa, Museu Internacional de Escultura Contemporânea, Praia Urbana e ainda as tradicionais Festas de São Bento. Mas nem só de visitas se fez este primeiro Campo de Trabalho, também houve várias atividades realizadas junto de instituições como a Asas, AS – Associação de Solidariedade Social de São Martinho, Misericórdia de Santo Tirso, São Tiago – Associação de Solidariedade Social de Areias e Centro Sócio Educativo e Profissional de Parteira.

Ao Jornal o Cordovense, Helena Teixeira, Presidente da Mimi começou por dizer que “o Feedback foi bastante positivo, quer da nossa parte, quer da parte dos nossos parceiros, e é uma experiência para repetir no próximo ano”. Sobre a experiência por parte dos onze jovens, a presidente foi peremptória a afirmar que “adoraram a estadia, as atividades e que consideraram que foi algo que os fez crescer na relação com os outros e enquanto pessoas”.

Helena Teixeira, acrescentou ainda que esta atividade, permitiu um encontro de gerações e o ” levar aos idosos um pouco de cada um dos países dos participantes”.

Quem também deixou o seu testemunho ao Jornal O Cordovense foi uma das participantes deste primeiro Campo de Trabalho, Olivia Liu, uma jovem professora de Taiwan que já participou em iniciativas do gênero em diversos países. A jovem afirmou que adorou a experiência, aprendeu muito com os voluntários da Associação, “que conseguiram criar uma família entre todos”. Questionada sobre o que mais gostou, Olivia destacou as pessoas, “carinhosas, hospitaleiras e que fizeram com que fosse uma experiência magnífica”, e que sem dúvida Portugal voltará no futuro a ser um destino para ela.

Esta foi uma iniciativa que a Associação Mimi conseguiu realizar graças ao apoio de inúmeros parceiros, a saber;

IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, Câmara Municipal de Santo Tirso, Junta de Freguesia de Monte Córdova, Grupo Martins, SA Energias, Asas, Centro Sócio Educativo e Profissional de Parteira, Escola Agrícola, Misericórdia de Santo Tirso, AS – Associação de Solidariedade Social de São Martinho, Sol Maior, LVL – Serviços Têxteis, Rancho Folclórico São Salvador de Monte Córdova, Nacional e Fruta Feita

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