HOME Cultura
Caves Ferreira acolhem exposição de presépios de Delfim Manuel

O Natal é recebido nas Caves Ferreira, em Vila Nova de Gaia, com a exposição de presépios do conceituado ceramista de Santo Tirso, Delfim Manuel. Patente entre o dia 4 de dezembro e 10 de janeiro, entre as 10h e as 12h30 e as 14h e as 18h, a mostra gratuita sob o tema É Natal! Uma luz brilha! contém venda direta ao público já a pensar nas compras desta época festiva.

Delfim Manuel é um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade, combinando perícia e delicadeza no manuseamento do barro. Amplamente premiado a nível nacional e regional, é particularmente reconhecido pela sua coleção de presépios.

Delfim Manuel, nassceu em 23 de Julho de 1968 na freguesia de S. Pedro de Bairro, concelho de V. N. Famalicão. Sendo originário de uma família numerosa (12 irmãos), Delfim Manuel teve contacto pela primeira vez com o barro muito cedo, com apenas 10 anos de idade. Tendo a felicidade a 10 de Junho de 1979 participar na abertura da escola de cerâmica do Centro de Arte e Cultura Popular de S. Pedro de Bairro, actual Fundação Castro Alves.

Aí permanece durante 18 anos. Sendo um período de aprendizagem com materiais e técnicas, Delfim Manuel
termina, ao fim destes 18 anos, a sua ligação artística com a Fundação Castro Alves, dando assim início a uma nova fase da sua vida e carreira artística.
Tem então, a partir de Maio do ano de 1997, um novo espaço (oficina) para desenvolver ainda mais o seu trabalho, oficina essa que tem como local o lugar da Pinguela em S. Pedro de Bairro, freguesia onde nasceu.


Aí permanece durante 3 anos mas sempre com o sonho de criar a sua própria oficina, sonho esse que se concretizou no dia 7 de Outubro do ano 2000 na rua do Loureiro na Vila de Rebordões, concelho de Santo Tirso.
Com as condições desejáveis para modelar o barro com mais perfeição, este novo espaço torna-se um local muito visitado por clientes e amigos que apreciam a forma simples mas minuciosa com que Delfim Manuel faz as peças.
Tendo um percurso umas vezes difícil outras vezes mais simplificado não deixa no entanto de ser com agradável satisfação que vê nas pessoas que o visitam e também na imprensa nacional e regional um certo reconhecimento artístico pela obra que vem executando.
Reconhecimento esse que é demonstrado tanto na procura das suas peças como também nos prémios nacionais que tem obtido nos vários concursos em que tem participado.
Mentor e um dos fundadores da Confraria do Caco.


Comentários