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Presidente dos Bombeiros de Paços reitera que Humberto Brito violou o dever de confinamento

Os Bombeiros Voluntários de Paços de Ferreira vieram reiterar que o Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira violou “o dever de confinamento a que se encontrava obrigado”, por não ter cumprido o isolamento obrigatório. Zeferino Barbosa lamentou que “o Corpo de Bombeiros esteja a ser ‘julgado’ por cumprir ordens e procedimentos, só porque a pessoa visada no cumprimento das ordens e procedimentos é o Presidente da Câmara”.

O Presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários de Paços de Ferreira veio reiterar a informação de que Humberto Brito não cumpriu com a quarentena a que estava obrigada.

Em comunicado, Zeferino Barbosa explicou que o Presidente da Câmara Municipal se encontrava a violar o dever de confinamento a que se encontrava obrigado, por ter sido infetado pela COVID-19. “O doente positivo que se mantenha assintomático durante o seguimento, repete o exame laboratorial após 14 dias da data de realização do primeiro teste laboratorial. A cura é determinada pela existência de um teste negativo, realizado após 14 dias de vigilância sem sintomas, de acordo com a Orientação n.º 015/2020, da DGS em vigor”, explicou, citando o ponto 7 e 8 da norma 10/2020, de 15 de abril de 2020, da DGS.

O presidente dos bombeiros reforçou depois que Humberto Brito foi visto por elementos da corporação junto ao Hospital de Penafiel. “Em face destes comportamentos, foi efetuada uma comunicação à Guarda Nacional Republicana”.

Zeferino Barbosa considerou ainda “lamentável e de uma baixeza inaceitável que a honorabilidade de uma instituição com 89 anos de serviço ao próximo seja posta em causa pelo Sr. Presidente da Câmara, só porque foi alvo de uma comunicação às autoridades por ter ignorado as suas obrigações de confinamento obrigatório”.

Foram também criticadas as declarações do Oficial de Comunicação e Relações Públicas do Comando Territorial do Porto da GNR, Capitão Rui Ferreira, dadas a um órgão de comunicação local e que, para Zeferino Barbosa, “não estão conformes com norma atrás referida pela DGS, têm apenas o mérito de adensar a confusão instalada”, refere o comunicado.

Fonte: emissor

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