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Câmara de Santo Tirso intercede junto do Governo por solução para a ADA Fios

PRESIDENTE DA AUTARQUIA REUNIU COM MINISTRA DA COESÃO TERRITORIAL E ADMINISTRADOR DA EMPRESA DESTRUÍDA POR INCÊNDIO

O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Alberto Costa, reuniu-se, esta quarta-feira, com a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e com o administrador da Ada Fios, Luís Andrade, tendo em vista encontrar a melhor solução para a retoma da atividade da empresa que ardeu na última segunda-feira. Empresário garante que postos de trabalho não estão em causa.

“Quero agradecer a presença tão célere da ministra, e toda a disponibilidade demonstrada para analisar a melhor forma de ajudar esta empresa de grande valor, não só para o Santo Tirso, mas também para o país. A Câmara apoiou, em 2016, a Ada Fios, como Projeto de Interesse Municipal, tendo em vista ampliação de instalações e consequente aumento dos postos de trabalho e a nossa intenção é que esta empresa possa, rapidamente, ultrapassar esta infelicidade e que nós possamos continuar a apoiar o seu crescimento”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Alberto Costa, no final da visita às instalações da Ada Fios, destruídas pelo incêndio da última segunda-feira.

Ana Abrunhosa comprometeu-se “a avaliar de que forma o Governo poderá apoiar a Ada Fios dentro dos meios disponíveis”, e “a analisar uma candidatura que a empresa tem já submetida para produzir um tecido não tecido, inovador, cuja produção não existe no país”.

A ministra da Coesão Territorial fez questão de felicitar a autarquia “por querer fazer parte da solução” e prestou total solidariedade à Adafios: “É uma empresa de que nos devemos orgulhar todos, por contribuir para a riqueza do país”.

Já da parte da empresa, o administrador, Luís Andrade, explicou que “os peritos estão ainda a avaliar a dimensão dos estragos”, ressalvando que está a ser encontrada uma solução para os 180 trabalhadores e que os postos de trabalho não estão em causa.

A Ada Fios é uma empresa especializada na produção de gazes hidrófilas hospitalares, iniciou a atividade em Santa Cristina do Couto, em 2012.

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