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Conselho de Disciplina investiga negócios entre Benfica e Aves

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo de inquérito «com base em notícias na comunicação social». Trata-se da reportagem do jornal Público onde são revelados negócios entre Benfica e Aves que alegadamente não cumprem pressupostos legais.

No documento assinado por José Manuel Meirim, informa-se ainda que o processo foi enviado esta terça-feira à Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol.Recorde-se que, segundo a investigação do Público, as relações entre os avenses e os encarnados começaram depois da empresa chinesa Galaxy Believers ter comprado 90 por cento da SAD do Aves, com Luiz Andrade a presidente e Luís Duque como conselheiro.

As duas sociedades tiveram, segundo o Público, uma conta bancária oficiosa e o Aves chegou a dever dois milhões de euros ao Benfica em passes de jogadores. A mesma notícia, o saldo da conta continua a ser negativo para os avenses, mas agora em 796,5 mil euros. Essa dívida seria suficiente para o Aves não se inscrever na Liga. A investigação refere que os contratos eram lesivos para o Aves e que os esquemas serviriam de empréstimos encapotados. A Operação Mala Ciao partiu das suspeitas de que o Benfica estaria a emprestar jogadores em negócios de alguma forma disfarçados de transferência definitiva.

Luquinhas, Ponck, Hamdou Elhouni, Derley, Ricardo Mangas, Bruno Lourenço, André Ferreira, Salvador Agra, Cristian Arango e Mato Milo foram alguns dos jogadores que transitaram do Benfica para o Aves. 

Fonte: A Bola

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