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310 animais adotados no primeiro ano do Canil/Gatil Municipal

Desde a sua entrada em funcionamento, já foram adotados 310 animais no Canil/Gatil Municipal de Santo Tirso. “Felizmente, têm-me chegado relatos de vários finais felizes para os animais que vão passando pelo nosso espaço”, congratula-se o presidente da Câmara, Aberto Costa.

Simão, Leo, Heidi, Rocky, Bina, Lorde e Brownie são alguns dos nomes dos 160 cães e 150 gatos que foram adotados no Canil/Gatil Municipal de Santo Tirso desde a sua inauguração, a 31 de julho de 2018. Esta data, aponta o autarca, “marcou a mudança de paradigma na vida animal no concelho”, uma vez que “havia a necessidade urgente de ter uma resposta própria para, por um lado, dar o tratamento básico e as condições de segurança necessárias aos animais abandonados e, depois, promover a adoção e combater o seu abandono”.

O Canil/Gatil Municipal de Santo Tirso recebe, diariamente, dezenas de pedidos de ajuda relativos a animais encontrados nas ruas.  Com uma percentagem de adoções a rondar os 50 por cento, Alberto Costa salienta que, ainda assim, “é necessário que a posição da sociedade mude relativamente a este assunto, para que se perceba a importância de esterilizar os animais, colocar-lhes microchip e não os abandonar”.

Ao todo, durante o último ano de atividade, foram entregues pelos próprios donos, ou por pessoas que os recolheram das ruas, 19 cães e cerca de 150 gatos, mas o presidente da Câmara de Santo Tirso explica que “a principal prioridade do canil é a recolha de animais das ruas, especialmente os que se encontram perto de estradas principais, escolas ou edifícios públicos”. Nestes casos, o número de recolhas é maioritariamente relativo a cães, tendo sido capturados até à data 420.

Edifício com várias valências

Com condições de excelência, o edifício tem a funcionar sala de preparação de refeições, zona administrativa e de armazenamento, consultório de atendimento veterinário, enfermaria e sala de cirurgia e, por isso mesmo, o presidente da Câmara de Santo Tirso rejeita a ideia de que os canis são espaços onde os animais não são bem tratados.

“Essa não é a nossa realidade”, garante, acrescentando: “Não só temos espaços adequados, como damos os melhores cuidados aos animais que por lá passam, quer em termos de saúde física, como no que diz respeito à socialização, ajudando-os a ganhar confiança para ultrapassar muitos dos seus traumas e prepara-los para ser adotados”.

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