À conversa com...
À conversa com… Cristiano Cunha – F.C. Rebordões

Tem 26 anos e é um dos atletas da nossa freguesia (Monte Córdova), que atua no Campeonato Concelhio da Associação de Futebol Amador de Santo Tirso. Cristiano Cunha, é o nosso convidado do espaço “À conversa com…”.

Atualmente defende a baliza do Futebol Clube Rebordões, depois de ter passado pelos Leões da Seroa e pela Associação Desportiva e Cultural da Reguenga. Divertido e humilde, Cristiano perserva a familia e as releções de amizade e vive a paixão pelo desporto rei de forma intensa e dá sempre o máximo com garra e dedicação.

Como é o Cristiano longe de um campo de futebol?

Não sou diferente daquilo que demonstro dentro de campo e junto dos meus colegas de equipa. Divertido, amigo, humilde, respeitador, dedicado a minha família, entre outros. Sou uma pessoa que tenta aproveitar a vida da melhor forma possível junto dos que mais gosto.

E o Cristiano enquanto jogador?

Enquanto jogador vibro muito com o que se passa dentro de campo. Vivo cada segundo e dou sempre o meu máximo para ajudar a equipa. Tento comunicar sempre com os meus colegas para chegarmos sempre a um bom entendimento. Tento agarrar sempre as oportunidades que me dão com a maior honestidade possível.

Como surgiu o convite para ingressar no FC Rebordões?

O convite já tinha surgido na época passada feito pelo Mister Diogo quando ainda representava o Reguenga. No final da época decidi então abraçar este novo desafio e também com o incentivo da minha mulher.

Como foste recebido?

Sinceramente, nunca pensei que fosse ser recebido tão bem por este grupo fantástico.

Como defines o teu actual clube?

É um clube com grande ambição e de pessoas com grande garra. A direcção faz de tudo para dar boas condições aos atletas. Todas as pessoas envolvidas neste clube são extraordinárias, desde a direcção, aos atletas e aos adeptos que acompanham a equipa para todo o lado.

Tendo em conta o número de equipas que participam nas provas concelhias, até onde achas que o Rebordões pode ter aspirações nestas competições?

As aspirações têm de ser sempre as mais altas nesta equipa. Como já mostraram no passado é uma equipa que pode bem chegar aos lugares cimeiros. Na taça o mais longe possível e na prova extra um lugar na final.

Sendo o Guarda-redes uma posição bastante específica, como a defines?

Não tirando importância aos outros sectores, o guarda- redes tem um papel fundamental em qualquer equipa, cada vez mais. Sendo o último jogador a ser ultrapassado, nós temos nas mãos o resultado de qualquer jogo até ao último segundo. Foi isso que me cativou a ser guarda-redes porque vivo o jogo até ao último instante. Confiança, posicionamento, segurança, leitura de jogo, reflexos e agilidade têm de estar sempre presentes num guarda-redes.

Quem é para ti o melhor guarda-redes do concelhio?

O concelhio está recheado de bons guarda-redes e jogadores, estão todos a um bom nível porque cada um faz o que sabe, faz o seu melhor. Por isso não tenho resposta concreta para esta pergunta.

E os teus objectivos enquanto atleta?

Quando era mais novo os meus desejos eram muito diferentes do que são agora pois a idade infelizmente avança e uma lesão afastou-me durante algum tempo. Mas nunca poderei deixar de sonhar e em 1º lugar um dos principais objectivos é ganhar algum troféu no campeonato concelhio. Em 2º, uma ida a selecção concelhia, e depois é acreditar e trabalhar bem para poder chegar o mais longe possível. Agora é desfrutar os bons momentos que passo com a minha equipa actual.

É difícil conciliar a vida pessoal com a vida de jogador? De que é que abdicas?

Um pouco difícil realmente, quanto mais para um recém-casado em que tudo é novo e todo o tempo é pouco para fazer coisas em casa. Abdico muitas vezes de ver jogos na TV, saídas com amigos e mulher, do meu lar, da minha família mas é tudo em prol de algo que me deixa orgulhoso que é jogar futebol. Mas com a ajuda da minha mulher no dia-a-dia tudo se torna um pouco mais fácil.

Num balneário há sempre histórias caricatas e engraçadas. Queres contar-nos uma dessas situações?

Existem mesmo muitas histórias e elas ficam todas dentro do balneário porque é isso que nos une. Mas há sempre histórias como ter de ir embora descalço ou de chinelos por chegar ao balneário e ter o calçado cheio de champô ou gel de banho. Isto sendo uma das praxes feitas a jogadores novos e que ficam na memória.

Convido-te agora a deixar uma mensagem  aos adeptos e sócios do teu atual clube?

Aquilo que posso dizer neste momento é que irei dar o meu máximo por este clube e acima de tudo respeitá-lo em todos os momentos. O resto só a época o dirá, pelo qual iremos fazer todos o melhor, para que seja recheada de sucesso.