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Coletividades de Vila Nova do Campo recebem subsídios em dia de aniversário da vila

Decorreu esta quarta feira, 20 de junho na Junta de Freguesia de Vila Nova do Campo, uma sessão comemorativa da passagem do vigésimo primeiro aniversário da elevação da povoação de Sao Martinho do Campo à categoria de vila.

O certame contou com casa cheia onde se destacaram as presenças de Joaquim Couto, presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, o vereador Alberto Costa, bem como do autarca local Marco Cunha e restante executivo.

A cerimônia teve início com uma atuação da Escola de Música de São Martinho, seguindo-se os discursos da praxe.

A presidente da Assembleia de Freguesia, abriu as ostilidades, afirmando que “A nossa vila já não é a mesma. Passados 21 anos começa a transparecer a beleza que nela estava em pedra bruta. É claro que esta mudança implica alguns constrangimentos, algum desespero por todos os que aqui passam [Avenida Manuel Dias Machado], mas todas as obras são assim”. “Há necessidade de desarrumar para depois ficar tudo como deve ser”-

Por seu turno, Marco Cunha, afirmou que é preciso olhar em frente e adotar políticas que promovam condições para que as pessoas se sintam como parte integrante de uma só freguesia: “Depois de uma agregação de freguesias, ainda que imposta, tivemos de nos adaptar e perceber a nova realidade. É nosso desígnio manter as raízes, o bairrismo e AS tradições de cada território. No entanto, também é nosso dever desenvolver políticas que permitam que lentamente as pessoas se sintam integradas numa freguesia única que tem de ser gerida por um único Executivo”. “Se por um lado, temos de ter cuidado para fazer investimentos descentralizados nas três freguesias, por outro não podemos estar só preocupados com o equilíbrio dos pratos da balança. Temos de perceber onde existem mais carências, para que as possamos eliminar independentemente da sua localização”.

Já o presidente da Câmara de Santo Tirso, joaquim Couto lembrou que ação do Município é indispensável para que Juntas de Freguesia, como a de Vila Nova do Campo, possam dar resposta às solicitações das suas populações: “Infelizmente as Juntas de Freguesia não estão dotadas, pelo Estado, de meios financeiros que lhes permitam desenvolver as suas delegações e competências. Precisam “como pão para a boca” dos acordos, da colaboração, do diálogo, da proximidade e da sensibilidade política da Câmara Municipal, a quem compete olhar para o concelho todo e tentar ser justo com a população em relação aos investimentos e prioridades que cumpram os objetivos do mandato.

Findo os discursos, passou-se à assinatura dos contratos de desenvolvimento desportivo e a entrega de subsídios às associações numa ação da Junta de Freguesia de Vila Nova do Campo traduzida num investimento no associativismo local de cerca de 15 mil euros.

No final foi entoado o hino de São Martinho do Campo e cantaram-se os parabéns à vila.

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