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Enfermeiros do CHMA recusam fazer horas extraordinárias

São 60 os enfermeiros que estão desde as zero horas do dia 20 de maio a cumprir única e exclusivamente as funções determinadas por lei, inclusive as 35 horas semanais.

Enfermeiros com vínculo de Contrato de Trabalho da Função Pública suspenderam todo e qualquer trabalho extraordinário programado. Esta paralisação deve-se ao congelamento de salários que existe no Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA).

Ao que que se sabe, a instituição atualizou o vencimento destes enfermeiros para o 1º escalão previsto na carreira de enfermagem para o salário mínimo dos enfermeiros em Portugal entre 2011 e 2013 como uma progressão, retirando os pontos de 20 anos de serviço atribuídos até à data.

A decisão coloca o grupo de enfermeiros que tem um elevado grau de experiência no mesmo nível remuneratório de colegas recém-formados e recém-admitidos na instituição em causa.

Os profissionais do Centro Hospitalar do Médio Ave criticam a administração comparando-se com os seus colegas de outras entidades que já auferiam o “salário mínimo” em 2011.

Estes profissionais de saúde afirmam a sua saturação e rutura face à ausência de resposta por parte do Conselho de Administração, lamentando o impacto que é causado na prestação de cuidados de saúde à população, apontando as consequências ao Conselho de Administração.

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