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Orçamento da Câmara de Santo Tirso aprovado sem votos contra

foto-de-arquivoO documento Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2017 foi aprovado, sem votos contra, na última reunião do executivo camarário, dia 17. Com um orçamento total de 47,7 milhões de euros, a gestão política mantém como prioridade a coesão social e o investimento.

Com os votos favoráveis dos vereadores do PS e a abstenção dos vereadores da coligação PSD/PPM, está aprovado o documento estratégico da Câmara Municipal de Santo Tirso para 2017. “As Grandes Opções do Plano e Orçamento para o próximo ano são fiéis aos princípios que nortearam a ação política do executivo municipal de maioria PS desde outubro de 2013”, sublinhou o presidente da autarquia, Joaquim Couto.

Na sua declaração política, o autarca enfatizou o facto deste orçamento municipal, “elaborado com base no diálogo e contributo de todos os agentes que intervêm na vida da comunidade”, representar “um compromisso de rigor e de responsabilidade e, ao mesmo tempo, de ambição em relação ao futuro do concelho de Santo Tirso”.

No documento previsional do Município de Santo Tirso para 2017, ano que coincide com o fim do ciclo autárquico, “impera o equilíbrio orçamental e a consolidação das contas municipais, sem recurso a operações de cosmética ou engenharias para acomodar artificialmente despesa, sem, contudo, ser prejudicado o investimento, um dos eixos prioritários definidos no início do mandato”, acrescentou.

O Orçamento para 2017 do Município de Santo Tirso é de 47,7 milhões de euros, crescendo 28 por cento face ao de 2016. Já as Grandes Opções do Plano não fogem às prioridades e às linhas orientadores dos orçamentos municipais de 2014, 2015 e 2016, que têm como denominador comum as questões relacionadas com a Coesão Social, através de um conjunto de medidas políticas tendentes a amortecer o impacto da crise, e com o investimento, por via de um pacote de incentivos fiscais destinados a novos projetos empresariais e a outros já instalados no concelho.

Segundo Joaquim Couto, 75 por cento do orçamento para 2017, ou seja, 36 milhões, estão destinados a funções sociais, e 67 por cento, 32 milhões, abrangem a economia local. O investimento sobe 210 por cento, por via do desbloqueamento dos fundos comunitários e a despesa corrente desce 3,2 por cento.

Exatamente sob o “compromisso de rigor e responsabilidade assumido” para com a população do concelho de Santo Tirso, o Orçamento para 2017, de acordo com Joaquim Couto, “não deixa dúvidas: o valor da dívida não aumentará no próximo ano”. “Os números não mentem. Desde outubro de 2013, o executivo municipal de maioria PS já reduziu a dívida total do Município em 25 por cento, passando de 38 para 28 milhões de euros”, aludiu o presidente da Câmara.

Aliás, pese embora o volume de investimento previsto em 2017 e o recurso ao crédito bancário, só acessível aos Municípios que gozam de boas contas, como é o caso do de Santo Tirso, o Município continuará a ter capacidade disponível de acesso ao crédito, na ordem dos 13 milhões de euros.

 

 

 

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